O jogo da escrita



Preço R$0.00

A criança não precisa distinguir todas as letras do alfabeto para ser alfabetizada.

Crianças que só conhecem algumas correspondências entre letras e fonemas conhecem provavelmente o princípio alfabético tanto quanto as que conhecem todo o alfabeto. A única diferença entre elas é que as primeiras não saberão decodificar tantas palavras novas quanto as segundas. O princípio alfabético não deve ser aprendido a cada nova letra. (...) A partir de alguns elementos e relações, ela extraiu uma regra de análise e de correspondência, regra que em nenhum momento foi explicitada de maneira geral. Dessa forma a criança realmente aprendeu um princípio abstrato. Morais, 1995.

 
Alfabetização: sem pressa, sem pressão.  
Na pressa e na pressão. Rosely Sayão. Folha de São Paulo, 19 de julho de 2011.
 A estimativa é que a criança seja alfabetizada ao final do segundo ano, tendo ainda pelo menos um ano e meio para aprimorar a escrita e a leitura. Segundo a autora, aos seis anos, a criança deve brincar. Refere-se, também, a estudos que alertam sobre a aprendizagem precoce da escrita, o que pode prejudicar o desenvolvimento e estímulo da curiosidade e da criatividade. Se a criança for treinada e condicionada nesse processo, ela facilmente poderá esquecer. Isso significa que efetivamente não aprendeu.
Nesse enfoque, a alfabetização aos sete anos não traz prejuízo algum para a criança, e saber ler e escrever antes dos seis não significa absolutamente nada.
Inscreva-se no site e publique sua opinião (fórum e blog).